Observações sobre a derivação parassintética no português e no espanhol
DOI:
https://doi.org/10.12797/SI.18.2019.18.36Palavras-chave:
derivação, parassíntese, português, espanhol, comparação morfológicaResumo
O meu objetivo é observar alguns aspetos dos derivados parassintéticos deadjetivais do português e do espanhol, formados com os prefixos a- e en-. Este tipo de derivação existe em todas as línguas românicas, mas os elementos concretos podem divergir. Assim, pode aparecer um prefixo diferente no derivado, p. ex. port. encurtar / esp. acortar. Num par como port. apequenar / esp. empequeñecer vemos a diferença ao mesmo tempo no tipo de conjugação e no prefixo. Noutros casos, só uma das duas línguas tem um derivado parassintético, p. ex. esp. ensuciar / port. sujar. O derivado parassintético de uma das línguas pode ter como equivalente uma combinação de elementos lexicais, p. ex. esp. empequeñecer / port. tornar pequeno.
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